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sábado, 7 de março de 2009

Atrizes indicadas a prêmio de teatro dizem representar geração que não é a das Divas


Publicada em 02/03/2009 às 08h33
Leonardo Lichote


São Paulo - O talento e a condição de indicadas ao Prêmio Shell de Teatro - a cerimônia de anúncio dos vencedores será no dia 10 de março - permitem que o termo "estrelas" seja aplicado a elas. As atrizes Cristina Flores, Drica Moraes, Gláucia Rodrigues, Patrícia Selonk e Susanna Kruger, porém, se sentem mais à vontade mais perto do chão.


Confira abaixo o vídeo com as indicadas ao prêmio de melhor atriz:

(Créditos: Jornal O Globo)



- Temos uma visão do teatro diferente de gerações anteriores, das atrizes-divas, que esperavam grandes papéis. Nossa realidade não é essa, somos operárias - define Drica. - Não tem essa de brilhar o tempo todo.
Cristina conta uma história que viveu com sua companhia que ilustra bem essa relação com o teatro despida de glamour:
- Trabalhamos muito em espaços não convencionais, o que significa que eventualmente usamos banheiros não convencionais. Uma vez, estávamos num buraco, onde encenávamos uma peça, e me deu muita vontade de fazer xixi. Fui ficando desesperada, até que falei para o diretor: "Ivan (Sugahara), me consegue uma latinha, por favor". Ele: "Ah, Cristina, você está ficando estrela". Foi o mais próximo que cheguei do termo.


Líderes e comandadas

Os risos das colegas denunciam que, sim, elas se identificam com a situação. E o fato de todas serem atrizes de companhias é uma chave para entender essa identificação. Cristina é dos Dezequilibrados ("Memória afetiva de um amor esquecido"); Gláucia ("O santo e a porca"), da Limite 151; Susanna ("Casa de Laura"), da Atores de Laura; Patrícia ("Inveja dos anjos"), da Armazém; Drica ("A ordem do mundo"), da Cia. dos Atores - apesar de ter sido indicada por um projeto fora do grupo.
- A companhia dá autonomia. Você aprende a fazer, mete a mão em tudo - explica Cristina.
Drica aponta outro aspecto:
- O jogo da companhia é saber ser líder e ser comandado.
Para Patrícia, o pertencimento a uma companhia foi fundamental para que elas se desenvolvessem como atrizes.
- Esse tipo de envolvimento com o teatro acaba se refletindo no palco. Não é uma coincidência que nós cinco sejamos atrizes de companhias. São trabalhos consistentes.
A trajetória de atrizes-operárias dá consistência, autonomia... A popularidade, porém, é relativa. Drica é a única delas que, por seus papéis na TV, tem um rosto mais conhecido. Elas brincam com a relação com a fama quando Patrícia fala do prazer de ser parada no mercado por alguém que viu uma peça sua.
- A gente tem vontade de dizer: "Anota meu telefone, queria te convidar para meu aniversário" - diz Drica.
Susanna, que foi indicada por sua atuação em "Casa de Laura", conta da satisfação de poder se apresentar para pessoas que normalmente não vão ao teatro. A peça, que conta a história de Laura Alvim, é encenada nos cômodos da Casa de Cultura que pertenceu à sua personagem:
- Pude fazer o espetáculo para todos os funcionários da casa. É muito legal ver a faxineira dizer: "Tô indo limpar a sua casa".

Público pouco curioso

Entra em pauta na conversa a falta de curiosidade do público carioca. Se Patrícia vê melhora desde a instalação do Armazém no Rio, há 11 anos ("Nosso público aumenta a cada ano") e Cristina aponta que há espaços onde as plateias são curiosas ("O Oi Futuro, mesmo o CCBB"), Drica, Susanna e Gláucia observam que há pouco espaço para o que não seja musical ou comédia ligeira.
- Tudo interfere. Pelo preço do teatro hoje, você só vai a uma peça de seis em seis meses. E quer ir no certo: "Vou rir" - analisa Gláucia. - Eu só faço comédia, se não, eu me atolo em dívida. Fiz "A moratória", que é espetacular, em 2001. Foram dois meses e mais nada. Não tinha gente. Meus filhos mesmo falavam: "Ah, mãe, que baixo-astral".


Fonte: Jornal O Globo

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Os Normais 2

Casal briga e sobra para a prima


Em cena do filme Os Normais 2, que está sendo rodado no Rio, a briga entre Rui (Luiz Fernando Guimarães) e Vani (Fernanda Torres) acaba sobrando para Silvinha (Drica Moraes), prima de Vani. Um cristal cai na cabeça de Silvia, que desmaia e vai parar no hospital. Vani vai visitá-la.

Fonte: Telenotícias Bem Paraná


sábado, 24 de janeiro de 2009

Sete Fôlegos


Drica Moraes tem fôlego de gata. Ela está no elenco do filme Os Normais 2, dirigido por José Alvarenga, com roteiro de Alexandre Machado e Fernanda Young, como Silvinha, a primeira tentativa de Vani (Fernanda Torres) e Rui (Luiz Fernando Guimarães) de fazer um menage à trois, mas dá errado. Dia 23, Drica vai para Maceió filmar O Bem Amado, com Guel Arraes, com produção de Paula Lavigne, em que faz uma das irmãs cajazeiras. Depois está escalada para a série Decamerão, da Globo, e em julho reestréia o monólogo A Ordem do Mundo, em São Paulo. Ufa!!!



Fonte: Telenotícias Bem Paraná

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Winits e Drica em Os Normais 2


Danielle Winits e Drica Moraes no bar-karaokê em cena do filme Os Normais 2, dirigido por José Alvarenga, que começou a ser rodado dia 5, no Rio. Winits interpreta Clara e Drica, Silvinha, prima de Vani (Fernanda Torres). Cláudia Raia, Daniele Suzuki, Mayana Neiva, Alinne Moraes e Daniel Dantas completam o elenco principal do filme. O roteiro é assinado pela dupla Fernanda Young e Alexandre Machado. A produção da Globo Filmes tem estréia prevista para o segundo semestre.

Fonte: Regina Rito - Agência O Dia

sábado, 17 de janeiro de 2009

Especial da Globo 'Decamerão' vai virar série


Decamerão, especial de fim de ano da Globo, vai virar série com o mesmo elenco, informa a coluna de Patrícia Kogut no jornal O Globo.
Jorge Furtado conseguiu convencer Matheus Nachtergaele, Leandra Leal, Deborah Secco, Lázaro Ramos, Drica Moraes, entre outros, a participar da minitemporada do especial.
Os ensaios de Decamerão estão previstos para março e as gravações para abril e maio. Mas a série só deve ir ao ar no segundo semestre de 2009.

Fonte: Site Terra

sábado, 10 de janeiro de 2009



Drica Moraes fará Nise da Silveira no cinema

Drica Moraes viverá na pele a emoção da psiquiatra e fundadora do Museu de Imagens do Inconsciente Nise da Silveira (1906-1999), em longa a ser rodado por Roberto Berliner no segundo semestre do ano que vem.

Fonte: JB Online

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008



DRICA MORAES NO FILME 'O BEM AMADO'

Marechal será cenário de 'O Bem Amado'
Município alagoano foi contemplado com a escolha do diretor Guel Arraes e da produtora Paula Lavigne; gravações começam no dia 20 de janeiro.
A obra “O Bem Amado”, do escritor baiano Jorge Amado, será reproduzida entre os alagoanos. Tudo isso porque o município de Marechal Deodoro foi escolhido pelo diretor Guel Arraes e pela produtora Paula Lavigne para ser o cenário do filme, que será lançado no final de 2009.
“Nós rodamos todo o Nordeste e achamos a cidade de Marechal Deodoro perfeita. Lá encontramos um cenário incrível, além de ficar perto da praia – que também fará parte do cenário”, contou a produtora Paula Lavigne, que em reunião com o governador do Estado Teotonio Vilela Filho, na tarde desta segunda-feira (29), acertou os últimos detalhes para o início das filmagens, no dia 20 de janeiro
.“Em três semanas vamos ‘fechar’ o filme, que também será transformado numa minissérie de quatro capítulos para a TV Globo”, revelou a produtora, contando ainda que atores alagoanos estão sendo selecionados para participar das gravações.
INCENTIVO À CULTURA
O governador Teotonio Vilela Filho acrescentou que a gravação do filme trará notoriedade ao Estado de Alagoas. “Será muito importante para Alagoas, pois o município de Marechal Deodoro, que é conhecido por sua bela arquitetura e por ter como ‘cria’ um dos presidentes do Brasil, será divulgado para o mundo”,
ELENCO
O filme – que satiriza a história de um político corrupto e ardiloso, que se utiliza de artimanhas para conseguir tudo que deseja – terá a participação dos atores globais Marco Nanini (Odorico Paraguaçu), José Wilker (Zeca diabo), Matheus Nasthergaile (Dirceu Borboleta), Zezé Polessa (irmã Cajazeiras), Andréa Beltrão (irmã Cajazeiras), Drica Moraes (irmã Cajazeiras), Maria Flor e Caio Blat.

Fonte: Gazeta