DA ENVIADA A GARIBALDI (RS)segunda-feira, 1 de junho de 2009
Comédia dell'arte inspira série
DA ENVIADA A GARIBALDI (RS)terça-feira, 19 de maio de 2009
Gravações de Decamerão prosseguem na Serra
Por: Diego Adami diego.adami@pioneiro.com
Dirigida por Jorge Furtado e Guel Arraes, a série tem tudo para atrair os telespectadores: a criatividade dos diretores, o talento dos atores e as paisagens exuberantes da região. Tem ainda o texto em forma de versos inspirado em contos do escritor italiano Giovanni Boccaccio (1313 - 1375). Com foco no humor, as histórias são recheadas de erotismo, sem nunca cair na vulgaridade.
— A sacanagem é sugerida. Não gosto de palavrões. Acho mais legal do que quando é mais explícito, até mais erótico — salienta Furtado.
Fonte: Jornal O Pioneiro
quarta-feira, 6 de maio de 2009
Time de globais gravam em Bento Gonçalves

A julgar pelo primeiro episódio, exibido em janeiro, vem coisa boa por aí.
Fonte: Blog Jornal O Pioneiro
sábado, 2 de maio de 2009
Atores da Globo gravam série na Serra
O trabalho leva a assinatura da Casa de Cinema de Porto Alegre, que, durante todo o mês, captará cenas em uma casa na Linha Jansen, interior de Farroupilha, e no distrito de São José de Costa Real, em Garibaldi. Ambos os lugares já serviram de locação para o primeiro episódio, exibido no dia 2 de janeiro.
No decorrer dos trabalhos, juntam-se ao grupo os atores Daniel de Oliveira, Matheus Nacthergaele, Nelson Diniz, Felipe de Paula, Fernanda de Freitas e Antônio Carlos Falcão. Os dois últimos farão participações especiais.
Fonte: Blog Jornal Pioneiro
terça-feira, 28 de abril de 2009
Disney anuncia data da estreia de "O Bem Amado"

Por: Léo Francisco
Baseado na famosa peça de teatro "Odorico, o Bem-Amado ou Os Mistérios do Amor e da Morte" (1962), o texto original de Dias Gomes ganha uma adaptação para os cinemas estrelada por Marco Nanini. Distribuído pela Disney, "O Bem Amado" foi agendado para estrear nos cinemas de todo o Brasil no primeiro dia do ano de 2010.
Com a direção de Guel Arraes ("Auto da Compadecida" e "Lisbela e o Prisioneiro"), o longa, além de contar com a presença de Nanini, terá no elenco Matheus Nachtergale, José Wilker, Andréa Beltrão, Zezé Polessa, Edmilson Barros, Tonico Pereira, Drica Moraes, Maria Flor e Caio Blat.
Na história de "O Bem Amado", o prefeito Odorico Paraguaçu tem como seu grande projeto de governo a criação de um cemitério em Sucupira. Mas ele se depara com um detalhe, já que ninguém morre na cidade. Para conseguir ser bem-sucedido em seus planos, ele não medirá esforços. A adaptação do roteiro foi feita por Claudio Paiva e pelo próprio Guel Arraes.
As filmagens começaram no dia 22 de janeiro desse ano e duraram cerca de 5 semanas. O local escolhido para fazer as cenas externas foi o estado de Alagoas, próximo da capital, Maceió. "O ritmo de gravação foi bem intenso, a gente chegava ao set por volta das 3h da manhã pra receber o roteiro do dia e às 5h já estávamos gravando", informou Raphael Patba, integrante do elenco de apoio do longa-metragem.
Confira algumas fotos dos bastidores da gravação tiradas pelo produtor e fotógrafo Riva Lisboa e pela fotógrafa Ana Stewart. Nelas podemos conferir o ator Caio Blat e a atriz Maria Flor, além dos figurantes e do elenco de apoio, que participaram da produção.
Fonte: Site Cinema com rapadura
quarta-feira, 11 de março de 2009
sábado, 7 de março de 2009
Atrizes indicadas a prêmio de teatro dizem representar geração que não é a das Divas

Leonardo Lichote
Confira abaixo o vídeo com as indicadas ao prêmio de melhor atriz:
(Créditos: Jornal O Globo)
- Temos uma visão do teatro diferente de gerações anteriores, das atrizes-divas, que esperavam grandes papéis. Nossa realidade não é essa, somos operárias - define Drica. - Não tem essa de brilhar o tempo todo.
Cristina conta uma história que viveu com sua companhia que ilustra bem essa relação com o teatro despida de glamour:
- Trabalhamos muito em espaços não convencionais, o que significa que eventualmente usamos banheiros não convencionais. Uma vez, estávamos num buraco, onde encenávamos uma peça, e me deu muita vontade de fazer xixi. Fui ficando desesperada, até que falei para o diretor: "Ivan (Sugahara), me consegue uma latinha, por favor". Ele: "Ah, Cristina, você está ficando estrela". Foi o mais próximo que cheguei do termo.
Líderes e comandadas
Os risos das colegas denunciam que, sim, elas se identificam com a situação. E o fato de todas serem atrizes de companhias é uma chave para entender essa identificação. Cristina é dos Dezequilibrados ("Memória afetiva de um amor esquecido"); Gláucia ("O santo e a porca"), da Limite 151; Susanna ("Casa de Laura"), da Atores de Laura; Patrícia ("Inveja dos anjos"), da Armazém; Drica ("A ordem do mundo"), da Cia. dos Atores - apesar de ter sido indicada por um projeto fora do grupo.
- A companhia dá autonomia. Você aprende a fazer, mete a mão em tudo - explica Cristina.
Drica aponta outro aspecto:
- O jogo da companhia é saber ser líder e ser comandado.
Para Patrícia, o pertencimento a uma companhia foi fundamental para que elas se desenvolvessem como atrizes.
- Esse tipo de envolvimento com o teatro acaba se refletindo no palco. Não é uma coincidência que nós cinco sejamos atrizes de companhias. São trabalhos consistentes.
A trajetória de atrizes-operárias dá consistência, autonomia... A popularidade, porém, é relativa. Drica é a única delas que, por seus papéis na TV, tem um rosto mais conhecido. Elas brincam com a relação com a fama quando Patrícia fala do prazer de ser parada no mercado por alguém que viu uma peça sua.
- A gente tem vontade de dizer: "Anota meu telefone, queria te convidar para meu aniversário" - diz Drica.
Susanna, que foi indicada por sua atuação em "Casa de Laura", conta da satisfação de poder se apresentar para pessoas que normalmente não vão ao teatro. A peça, que conta a história de Laura Alvim, é encenada nos cômodos da Casa de Cultura que pertenceu à sua personagem:
- Pude fazer o espetáculo para todos os funcionários da casa. É muito legal ver a faxineira dizer: "Tô indo limpar a sua casa".
Público pouco curioso
Entra em pauta na conversa a falta de curiosidade do público carioca. Se Patrícia vê melhora desde a instalação do Armazém no Rio, há 11 anos ("Nosso público aumenta a cada ano") e Cristina aponta que há espaços onde as plateias são curiosas ("O Oi Futuro, mesmo o CCBB"), Drica, Susanna e Gláucia observam que há pouco espaço para o que não seja musical ou comédia ligeira.
- Tudo interfere. Pelo preço do teatro hoje, você só vai a uma peça de seis em seis meses. E quer ir no certo: "Vou rir" - analisa Gláucia. - Eu só faço comédia, se não, eu me atolo em dívida. Fiz "A moratória", que é espetacular, em 2001. Foram dois meses e mais nada. Não tinha gente. Meus filhos mesmo falavam: "Ah, mãe, que baixo-astral".
Fonte: Jornal O Globo

