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domingo, 26 de agosto de 2012





BOA TARDE! 

Entrevista com a DRICA MORAES 
na revista Marie Claire

"Mesmo com todas as limitações que a doença me impôs, quero estar aqui", diz Drica Moraes sobre sua volta à TV





Atenção para última chamada! As atrizes Drica Moraes e Mariana Lima brilham na peça "A primeira vista", do dramaturgo Daniel MacIvor, que acompanha o encontro de duas jovens mulheres que se apaixonam, rompem para voltar a se envolver anos mais tarde. A montagem marca a volta da atriz Drica Moraes aos palcos, depois do tratamento contra a leucemia mieloide aguda (LMA), está em em seus derradeiros finais de semana e fica em cartaz até 2 de setembro, no Teatro Leblon, no Rio de Janeiro

Depois de investigar o autor canadense no espetáculo "In On It", o diretor Enrique Díaz explora de novo sua dramaturgia nesta comédia dramática, que começa a turnê nacional, no próximo mês. Aproveitamos o momento para bater um papo rápido com Drica, que também está prestes a voltar para a televisão, em uma novela global. Acompanhe:


MC: Como você se sente ao voltar também à TV, no remake de "Guerra dos Sexos", dirigida por Jorge Fernando, e que estreia em outubro?
Drica Moraes: 
Estou animada com o personagem Nieta, pois quem gosta de atuar, gosta de fazer tudo. É uma bênção o papel que foi da Yara Amaral, na primeira versão da novela, em 1983. Ela é casada com Dinorá, personagem do Fernando Eiras, que foi vivido por Ary Fontoura no passado. A Nieta é uma mama - uso enchimento no peito, na barriga e bunda para ficar mais gorda - e fala com uma cadência italianada, da Mooca.




MC: Você teve muito apoio dos fãs durante sua recuperação da leucemia?
DM: 
Sim, essa onda de positividade é muito legal, ajuda mesmo. 

M.C.: Você credita também o sucesso de seu tratamento a sua coragem frente ao câncer?
DM: 
Há coisas na vida que atravessam você e temos de tomar uma decisão de querer viver ou desistir. Mesmo com todas as limitações que a doença me impôs e impõe, quero estar aqui. É como diz o filósofo, o que não te traumatiza, te constitui. A partir disso, eu aceitei. 


Fonte: 


sexta-feira, 20 de julho de 2012

Sophie Charlotte, Malvino Salvador e mais atores prestigiam Drica Moraes

'E muito bom estar em cena de novo', disse a atriz após apresentação da peça 'A primeira vista', na Zona Sul do Rio.
 
Fonte:http://ego.globo.com/teatro/noticia/2012/07/sophie-charlotte-malvino-salvador-e-mais-prestigiam-drica-moraes.html

terça-feira, 3 de julho de 2012


Prêmio Shell de Teatro divulga indicados do primeiro semestre no Rio e em São Paulo


Lista contempla espetáculos que estrearam entre janeiro e junho deste ano
Fonte:
http://oglobo.globo.com/cultura/premio-shell-de-teatro-divulga-indicados-do-primeiro-semestre-no-rio-em-sao-paulo-5378839

domingo, 24 de junho de 2012



...com relação a Mariana Lima e Drica Moraes, confiro às duas os mesmos e apaixonados elogios. Estamos diante de duas atrizes completas, senhoras absolutas de seus vastos recursos interpretativos. E que evidenciam não apenas seu enorme prazer de estar em cena, mas também a inteligência de suas escolhas e a ótima contracena que estabelecem. Sob todos os aspectos, a atuação de ambas é um verdadeiro presente para aqueles que amam a complexa arte de representar. - Lionel Fischer - Teatro/Crítica

Após superar leucemia, atriz Drica Moraes apresenta peça em Porto Alegre


"A Primeira Vista" entra em cartaz no próximo fim de semana no Theatro São Pedro
Larissa Roso


Drica Moraes encara seu papel em A Primeira Vista como sua reencarnação. É o retorno, inteiro, depois de pequenos papéis na televisão. Desde o ano passado, foram breves participações na novela Ti Ti Ti, na minissérie Dercy de Verdade e no seriado A Grande Família. O convite para encenar a peça que passa pelo Theatro São Pedro no próximo final de semana veio enquanto a atriz carioca ainda estava no hospital, enfrentando o tratamento contra uma leucemia, em 2010.



O diretor Enrique Diaz, seu primeiro namorado, passou-lhe para avaliação o texto do canadense Daniel MacIvor, a ser encenado ao lado de Mariana Lima. Drica, que em julho completa 43 anos, pouco compreendeu do enredo, mas aceitou prontamente.



- Eu estava sob efeito de drogas, com muita quimioterapia na cabeça, e não entendia. Só entendia que queria estar com aquelas pessoas. De olho fechado, quase medicamentosamente, garanti que aquilo seria bom para mim (risos). Faria bem para a minha saúde estar com eles - conta, por telefone, de sua casa no Rio.

Leia, a seguir, os principais trechos da entrevista.


Donna - A Primeira Vista é um trabalho histórico na sua carreira, marcando o retorno após o transplante de medula óssea e a recuperação. Fale um pouco do seu papel.

Drica Moraes - A peça trata de amor, amizade, juventude, libido. Essa libido que faz a gente atravessar a vida e escolher a profissão, os amores, experimentar muitas coisas diferentes. São duas amigas, duas estranhas, na verdade, que se conhecem por acaso e vão travar uma longa jornada juntas. Elas têm entre 19 e 29 anos. É um recorte na vida delas dentro desse período de tempo. São mulheres de personalidades e temperamentos opostos, o que ajuda a contar a história. A peça fala de aceitação do diferente, do estranho como parte nossa, da necessidade do amor e da troca, de como o homem é híbrido quando ama e se mistura - ele se transforma através do outro. Tem muitos temas que me agradam e têm a ver com a minha história toda, com as últimas coisas que me aconteceram na vida.

Donna - Onde você vê semelhanças?

Drica - Na minha vida, precisei do outro, do desconhecido, do diferente de mim, de maneira vital. Sou mãe de uma criança adotiva e precisei do desconhecido que gerou meu filho e me deu esse presente. Precisei do desconhecido que foi meu doador da medula. Hoje tem uma luta interna minha para a gente chegar a um acordo biológico, esse acordo com o que vem do outro. Estou ótima, superbem, chegando ao segundo ano do transplante, com muito sucesso. Mas tudo é uma adaptação, muda tudo internamente.

Donna - Viver uma situação de intenso sofrimento e angústia certamente altera sua perspectiva sobre diversas coisas. Como sua vida mudou após essa experiência?

Drica - Tendo a simplificar muito, tudo, e a não pegar a neurose e a angústia dos outros para mim. Tenho todas as minhas angústias humanas, as minhas dúvidas, mas acho que o meu olhar simplificou. Isso é muito bom.

Donna - Tudo parecia mais sombrio naquele período ou, pelo contrário, você se amparava em bons pensamentos e em previsões otimistas para seguir adiante?

Drica - A gente é feito de tudo: esperança, medo, tristeza, sensação de fracasso e de sucesso, tudo junto. O que imperava não era uma depressão. Nem podia tomar antidepressivo. Tomei remédio para dormir em uma época muito barra, enquanto ainda estava procurando doador. É muito difícil passar por tudo. Todos os dias, você tem altos e baixos, é um calvário. Mas chega uma hora em que você escolhe onde vai aquietar a sua alma: na esperança ou no medo.

Donna - Um dos efeitos mais dramáticos para as pacientes mulheres é a perda do cabelo, e a aparência está intimamente ligada ao seu trabalho. Foi muito difícil?

Drica - Ficar careca nem foi ruim. Me achei bonita, isso não era o problema. O problema é quando o cabelo começa a crescer - feio, em tufos, com buracos no meio. É muito difícil se sentir bem. Vai melhorando ao longo dos anos. Mas a careca, em si, achei maravilhosa.

Donna - Você descobriu o câncer pouco depois de adotar seu filho, Mateus (hoje com três anos). Também se separou naquele período. Como foi conciliar a maternidade, a separação e o tratamento?

Drica - Minha filha, foi uma porrada atrás da outra. Nessas horas, ou você luta, ou você luta. Contei com muito apoio da minha família, e estava começando a namorar de novo (o médico homeopata Fernando Pitanga, 55 anos, com quem está até hoje). Tive muita sorte de encontrar um doador rápido. Podia ter esperado mais e talvez não ter suportado. Tive médicos excelentes, um plano de saúde que me ajudou bastante. Deus foi rápido comigo.

Donna - Seu filho era bebê na época.

Drica - Tinha um ano. Fiquei quatro meses internada e depois muito tempo em casa, mas com muita limitação, como a máscara. Ele é uma luz, um menino precoce, tem uma capacidade de compreensão fora da curva, é lindo, muito amoroso.

Donna - Você disse que não esconderia dele a história da adoção. O assunto já é abordado?

Drica - Sim. Desde que ele tinha um ano e começou a perguntar sobre o pai. Essa questão precisa ser falada sempre, claro que da maneira das crianças, no mundo da fantasia, minimizando o lado difícil e negro e ressaltando o lado solar e luminoso. Ele já está me pedindo para adotar um irmãozinho.

Donna - E você pensa no segundo filho?

Drica - Penso, penso, mas tenho que ganhar coragem. É muito lindo, mas é muito trabalho, muita responsabilidade. Vamos ver.

Donna - Como ficou o namoro naquela época?

Drica - Ele foi muito parceiro, paciente, ficou muito perto e deu muito apoio para mim e para o meu filho, para a minha família. Ele é um sujeito muito calmo. Foi importante estar perto dele.

Donna - Em uma entrevista ao Fantástico, logo depois do transplante, você falou algo muito impactante: "A vida melhora muito se você não morre". De que maneira?

Drica - Muitas vezes, a gente não consegue mudar padrões de comportamento se não for de uma forma violenta. A doença foi isso para mim. Muitas vezes, você está com relações que não existem mais, uma série de mágoas, coisas que precisa amadurecer e passar adiante e não consegue. Se você morre, acabou tudo. Se você consegue ficar aqui, pode ser muito proveitoso, você pode ter uma vida muito melhor do que antes. Isso para mim é real, límpido, claro.

Donna - Sua vida está melhor agora?

Drica - Com certeza.

Donna - Como você se vê hoje?

Drica - Ai, minha filha, como é que eu vou falar isso? Estou aí... Um dia de cada vez. Continuo com esse meu lema. Sem grandes planos, vivendo a vida, o máximo possível, no presente.

Fonte :
http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/donna/noticia/2012/06/apos-superar-leucemia-atriz-drica-moraes-apresenta-peca-em-porto-alegre-3791777.html



Divulgação: Nil Caniné
Drica Moraes volta a sorrir nos palcos
A Primeira Vista fala de amizade e tem forte influência da cultura pop

Após vencer a leucemia que a afastou da carreira desde o início de 2010, Drica Moraes finalmente volta a atuar. Famosa graças aos trabalhos em Os Normais 2, O Bem Amado, Queridos Amigos, Chocolate com Pimenta e Alma Gêmea, a atriz está junto de Mariana Lima na comédia A Primeira Vista.




A peça, escrita pelo canadense Daniel MacIvor e dirigida por Enrique Diaz, está rodando o Brasil com um enredo que aborda a amizade de duas personagens em meio a encontros, desencontros e reencontros. Na história, a dupla, apaixonada por música, chega a montar uma banda – o que exigiu preparo extra para as atrizes poderem tocar baixo, guitarra e ukelelê. Os cariocas poderão conferir a peça nos dias 14 a 17 de junho, no Teatro Poeira. Em 23 e 24 do mesmo mês, é a vez de Porto Alegre (RS) receber as atrizes, no Theatro São Pedro.



O Vamos Rir Mais falou com Drica sobre o espetáculo, a relação com suas personagens e a vida pós-leucemia. Confira:



Vamos Rir Mais – Você é bem-humorada como os papéis de comédia que costuma fazer?

Drica Moraes – Olha, costumo fazer o possível para me divertir. Claro que é mais uma utopia, um estado de alma, do que qualquer outra coisa, pois a vida também inclui as barras pesadas.

VRM – Na sua visão, o que é ter bom humor?


Drica – Não ser chegada a uma “deprezinha” diária. Saber sair da reta quando as angústias típicas do cotidiano querem te devorar. E quando isso acontece, saber dar uma paradinha, respirar fundo e poder mudar o foco.



VRM – A Primeira Vista aborda a relação de amizade entre duas mulheres com suas lembranças do passado. De que forma mergulhar em uma personagem muda a forma como o ator se enxerga e age no dia a dia?

Drica – As personagens são espelhamentos nossos. Do que já existe lá dentro. Você pode até tirar proveito dessa conexão e tentar ver questões pessoais por um novo ângulo.



VRM – A vida de sua personagem e da personagem de Mariana Lima é bastante permeada pela música. Qual a sua relação com a música?

Drica – Sempre curti música. Cheguei a estudar piano na adolescência e fiz muitos musicais com orquestra ou banda ao vivo. Cheguei também a tocar um pianinho em cena na peça Pianíssimo. Esse texto do Daniel MacIvor traz duas personagens apaixonadas pelo rock e com a ambição de formar uma banda. Este foi também, de certo modo, o sonho da minha juventude.



VRM – Em 2010, você teve de enfrentar a leucemia. Agora que já passou pelo pior, como avalia a Drica de antes e a Drica de agora?

Drica - Sinto enorme prazer nas coisas simples da vida. Agradeço aos deuses porque sei que tive e tenho muito amor em volta, o que me sustenta. E a volta aos palcos, especificamente nesta peça, onde trabalhamos numa sintonia sofisticada, encharcada de emoção e humor, me traz muito acolhimento e alegria.



VRM – De que forma você acredita que seu trabalho pode impactar a vida das pessoas?

Drica - A Primeira Vista é uma peça que fala de amor, afeto e liberdade. Em incluir o diferente, em se deixar misturar com o outro. Fala também da passagem do tempo e de como podemos olhar para trás e nos reconhecermos incompletos, humanos e limitados. Fala do inexorável e do fim, sem drama.
Cartola – Agência de Conteúdo


Especial para o Terra
http://vamosrirmais.terra.com.br/agenda/drica-moraes-volta-a-sorrir-nos-palcos/

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Edson Celulari e Drica Moraes participam de A Grande Família

Edson Celulari e Drica Moraes vão fazer uma participação especial no seriado A Grande Família, da Globo. No capítulo, que será exibido na quinta-feira (21), os atores vão interpretar Armando e Silva, um casal de amantes.


No episódio, Lineu (Marco Nanini) e Nenê (Marieta Severo) chegam atrasados a um restaurante e percebem que perderam a mesa reservada para uma dupla, que finge ser os Silvas. Ao se aproximarem dos impostores, eles conhecem Sílvia (Drica Moraes) e Armando (Edson Celulari), que comemoram dez anos de relacionamento.

Para não estragarem a celebração, Nenê e Lineu os convidam para jantarem juntos. O fiscal fica empolgado com o papo animado e logo convida os novos amigos para um encontro em sua casa. Mas Armando recebe uma ligação que azeda o clima da noite.

Fonte:
http://ofuxico.terra.com.br/noticias-sobre-famosos/edson-celulari-e-drica-moraes-participam-de-a-grande-familia/2012/06/14-141534.html