
quinta-feira, 20 de novembro de 2008

sexta-feira, 14 de novembro de 2008
"Cia dos Atores comemora 20 anos "

RIO - A Cia. dos Atores comemora 20 anos de atividades do jeito que gosta: fazendo e acontecendo na ribalta. Serão seis semanas de programação intensa no projeto "Auto-peças", uma espécie de festival particular da trupe, que começa hoje e reúne cinco peças inéditas, uma reestréia, debates, oficina e exposição - tudo no Espaço Sesc, em Copacabana.
- Estamos comemorando a pluralidade - comenta Marcello Valle, um dos oito integrantes da turma formada ainda por Cesar Augusto, Bel Garcia, Drica Moraes, Enrique Diaz, Gustavo Gasparani, Marcelo Olinto e Susana Ribeiro.
Uma das estréias do primeiro fim de semana é "Talvez", com texto e atuação de Álamo Facó, sob direção de Cesar Augusto. O ator encarna um homem que vive trancado em seu apartamento à espera da namorada - que viajou. A única relação com o mundo se dá via internet. A montagem ocupa o bar do centro cultural.
- Estamos inaugurando um lugar que o público desconhece. Depois, "Apropriação", de Bel Garcia, é que vem para o bar - explica Augusto.
A outra peça que entra em cartaz neste fim de semana, no Teatro de Arena do Espaço Sesc, é "Os vermes", adaptação da obra de José Roberto Torero e Marcus Aurélio Pimenta assinada por $Daguerre. Marcelo Valle divide a direção com Vinicius Arneiro.
A comédia narra duas histórias paralelas: a de um político em campanha e a de um verme que se aloja no corpo do candidato. O elenco é formado por atores convidados, como Xando Graça e Luis Nogueira, além de oito jovens talentos.
- Isso mostra a tendência da companhia de democratizar o espaço que a gente conquistou - conclui Valle.
Fonte: O Globo
domingo, 9 de novembro de 2008

End: Av. Anhanguera, Esquina com a Rua 23,Centro
Data: 15 de novembro, às 21
16 de novembro, ás 20h
Ingressos:R$ 15,00 (inteira) R$ 7,50(meia)
Para comemorar seus 20 anos de existência,a Cia Dos Atores apresenta um projeto que se estende até o próximo final do mês.Além dos espetáculoss, estão previstos debates e uma oficina e uma instalação com videos documentais
INSTALAÇÃO: 13/11 a 21/12
ENRIQUE DIAZ
Peças:
* TALVEZ 13 a 28/11
Com Álamo Facó
Direção:Cesar Augusto
*OS VERMES 13 a 30/11
Direção : Marcelo Valle e Vinicius Arneiro
*APROPRIAÇÃO 29/11 a 14/
Com Leonardo Netto e Thierry Tremouroux
Direção:Bel Garcia
*A Ordem do Mundo 4 a 7/12
com Drica Moraes
Texto :Patricia Melo
Direção: Aderbal Freire-Filho
*AUTO-IMUNE 11 a 21/12
COM MARCELO OLINTO
Direção: Gerald Thomas
*PROJETO T.W 11 a 21/12
Com Suzana Ribeiro
quarta-feira, 22 de outubro de 2008

AGENDA :
BRASÍLIA 03/10 a 26/10 no CCBB
VITÓRIA 4, 5 e 6/11 no Teatro UFES ás 20:00hs
GOIANIA 15 ,16/11 na Faculdade de Direito da Universidade Federal de Goiás.
PORTO ALEGRE ( POA)
SEX e SÁB às 21h e DOM às 18h.Theatro São Pedro
21, 22 e 23 de novembro
Platéia: 50,00
Camarote Central: 40,00
Camarote Lateral: 30,00
Galeria Central: 20,00
Galeria Lateral: 20,00
Platéia: 50,00Camarote Central: 40,00Camarote Lateral: 30,00Galeria Central: 20,00Galeria Lateral: 20,00
terça-feira, 14 de outubro de 2008
A atriz Drica Moraes mostra, no palco, o resultado da disciplina e do estudo

quarta-feira, 8 de outubro de 2008
CCBB apresenta Drica Moraes em seu primeiro monólogo

Com direção de Aderbal Freire-Filho, peça inédita de Patrícia Melo aborda questões universais do ser humano contemporâneo
Desde o dia 3 está em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil Brasília a comédia dramática A Ordem do Mundo. Escolhida para ser levada aos palcos por Drica Moraes, a peça tem direção de Aderbal Freire-Filho e é o primeiro monólogo da atriz. O texto aborda questões cotidianas e existenciais do ser humano contemporâneo sob a visão feminina.
A personagem é uma mulher contemporânea culta e inteligente. Uma pesquisadora que tem como profissão fictícia ler todos os jornais, analisar e classificar as notícias, numa tentativa de entender e ordenar o mundo. Todos os assuntos são fontes de trabalho: economia, política, meteorologia, desastres ambientais, obituários, atentados internacionais e o que mais estiver em pauta no dia. Apesar de ser muito pessimista, ela vê o mundo com humor corrosivo e sarcástico. Dividida entre a vida profissional e pessoal, acaba se utilizando dos mesmos critérios usados no trabalho para análise de suas situações cotidianas, das questões familiares e dos relacionamentos amorosos.
O cenário mistura elementos antigos, novos e futuristas. O local de trabalho da personagem é misterioso, lembrando tanto uma repartição pública, quanto um escritório abandonado. Observada o tempo todo por câmeras que reproduzem os seus movimentos por monitores de televisão, a personagem trabalha entre pilhas e pilhas de jornais espalhados pelo local. A Ordem do Mundo traça um panorama bem-humorado e corrosivo da sociedade atual sob a ótica de uma mulher contemporânea apontando para o futuro.
Temporada de 3 a 26 de outubro de 2008. De quinta-feira a sábado, às 21h e domingo, às 20h.
Preços: R$ 15,00 e R$ 7,50 (meia entrada para estudantes, pessoas com mais de 65 anos e correntistas do BB)
Horário de funcionamento da bilheteria: das 9h às 21h, de terça a domingo.
Classificação indicativa: não recomendado para menores de12 anos.
Gênero: Comédia dramática.
sábado, 4 de outubro de 2008
Monólogo de Drica Moraes é destaque no CCBB

A atriz Drica Moraes leu os esboços do espetáculo A Ordem do Mundo, em Londres, onde morou por quase dois anos depois do recente casamento. “Estava parada por uns tempos, querendo muito voltar aos palcos. Então, comecei a mandar e-mails para vários amigos autores”, lembra. A identificação com o texto da escritora Patrícia Melo (Inferno), que estréia nesta sexta, na cidade, foi imediata. “Gostei do estilo da peça e do tema, abordando coisas que me comovem”, destaca a artista, que pela primeira vez, em 20 anos de carreira, encara o desafio de protagonizar um monólogo. A provação foi grande. “Cresci muito como atriz, mas acho que o próximo vai demorar um pouco”, brinca.
Com direção de Aderbal Freire Filho, um dos nomes mais expressivos do teatro brasileiro, A Ordem do Mundo explora os conflitos existenciais da sociedade moderna. No palco, enquadrada dentro de um cenário misterioso, que remete tanto ao passado quanto ao futuro, a atriz encarna uma mulher inteligente e culta, que tem a difícil missão de entender e organizar o caos que nos cerca.
Todos os problemas e imbróglios da humanidade são capturados pelas notícias dos jornais, mas filtrados por uma ótima feminina. É a deixa para a agridoce discussão sobre a condição humana, questões pertinentes do cotidiano, como o excesso de informação que nos massacra. “Ficamos burros ao saber muito”, constata. “É um texto que fala da necessidade do homem em voltar a acreditar na humanidade. Não é uma comédia popular e, sim, uma comédia refinada no sentido do bom teatro”, destaca.